Santo Paradoxo

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O nascimento da lenda do rei Artur
Biblioteca Nacional da França inaugura exposição sobre as origens de um dos mitos mais poderosos da história mundial
por Johnnccv
Reprodução
Rei Artur retratado em pintura do início do século XX
Uma das grandes lendas do Ocidente, o rei Artur, é tema de uma mostra na Biblioteca Nacional francesa. Textos, pinturas, livros e até filmes foram reunidos, de modo a desvendar também o papel de heróis fabulosos na cultura. As 150 peças em exposição incluem de manuscritos medievais ao filme do grupo britânico Monty Python Em busca do cálice sagrado, vez por outra considerado um dos maiores clássicos da comédia cinematográfica.

A exposição procura desvendar em que momento se deu o nascimento do mito. Até onde se sabe, esse personagem jamais existiu – ou, se existiu, seria alguém muito diferente do lendário rei. O universo do rei Artur, porém, com seus cavaleiros, aventuras e conquistas amorosas, são familiares para todos.

Com uma coleção forte, a Biblioteca Nacional penetra na lenda de forma ao mesmo tempo erudita e muito acessível, segundo explica o presidente da instituição, Bruno Racine. A instituição também criou uma versão virtual da exposição, para aqueles que não têm o privilégio de ir a Paris visitá-la pessoalmente: http://expositions.bnf.fr/arthur/.




Você perdoaria aquele amigo mentiroso se alguém lhe revelasse que cientificamente nem todo mundo é naturalmente honesto? Ou ainda que algumas pessoas se esforçam mais do que as outras para dizer a verdade? Pois se prepare: um estudo feito por Joshua Greene e Joseph Paxton, da Universidade de Harvard, acaba de comprovar exatamente isso.


Questionando se a honestidade era uma decisão consciente ou natural, Greene e Paxton, investigaram as questões morais por trás do tema. Segundo artigo publicado na Seed Magazine, o estudo Patterns of neural activity associated with honest and dishonest moral decisions (em português, Padrões de atividade cerebral associados a decisões morais de honestidade e desonestidade) divulgado recentemente na Proceedings of the National Academy of Sciences monitorou a atividade cerebral de alguns voluntários quando eles tomam a decisão de mentir.

Uma moeda foi quem ajudou a explicar tudo: isso porque a pesquisa foi realizado a partir da previsão dos voluntários de como uma moeda cairia ao ser jogada para o ar. A dupla procurou motivá-los oferecendo pagamento para previsões corretas. Buscando comparar a atitude de cada indivíduo, os pesquisadores realizaram testes em que eles pediram aos voluntários para revelar as suas previsões antes do sorteio. Os cientistas usaram a estatística e avaliaram os resultados: os desonestos foram identificados como aqueles que adivinharam o resultado do sortero mais vezes que a chance prevista.


O que Greene e Paxton descobriram é que a honestidade é um processo automático, mas apenas para algumas pessoas. Ao avaliar os resultados dos testes, os cientistas constataram que existem indivíduos honestos e mentirosos: para indivíduos honestos, decidir ser honesto não demanda uma atividade cerebral extra. Mas para outros, do grupo desonesto, tanto a decisão de mentir quanto a de decidir falar a verdade demanda uma atividade extra nas áreas do cérebro associadas com o pensamento crítico e auto-controle.



O resultado mostra que a honestidade é automática para apenas algumas pessoas e ainda revela que muitas das nossas ações diárias não estão sob nosso controle consciente.

Pesquisadores da Universidade de Carnegie Mellon criaram um site que calcula - de acordo com as suas respostas - o dia em que você parte dessa para melhor. Eles usam dados fornecidos por você e se baseiam em fatores como sexo, idade e localização geográfica para fazer a medição.

Como as informações que formam a base de pesquisa do site foram fornecidas pelos Estados Unidos e Europa, a galera aqui de baixo do Equador ainda não pode brincar de prever a morte. Mas fica a dica. vai que alguém fica com vontade de replicar a ferramenta.

Stan Lee acha compra da Marvel positiva




Stan Lee, responsável pela co-criação da maioria dos personagens de peso da Marvel ao lado de Jack Kirby e Steve Ditko, afirmou em entrevista ao site Newsrama que o negócio com a Disney foi "extremamente benéfica para ambos os lados".
Ele ainda afirmou que "ninguém sabe produzir ou vender franquias de entretenimento como a Disney, e ninguém possui um rol de personagens que rendem excelentes franquias como a Marvel."
Lee, que hoje toca uma empresa de criação de conteúdo, a POW! entertainment, está desenvolvendo produtos para a Disney e tem um acordo que dá ao conglomerado preferência na comercialização de outras criações. Só depois que a Disney rejeita um produto, é que a POW! pode negóciá-lo com terceiros.
O relacionamento de Stan Lee com a Marvel foi encerrado de forma ríspida em 2005, quando ele processou a Marvel para receber sua parte nos direitos autorais dos filmes feitos com seus personagens. Estima-se que a Marvel pagou a Lee US$ 10 milhões para encerrar a disputa.
A Disney e a Marvel já tinham um sólido relacionamento comercial. O canal Disney XD já transmite o desenho animado "Wolverine e os X-Men", além de outras produções da Marvel.
No site da CNN, uma análise da compra afirma que quando negócios dessa magnitude acontecem, é um forte sinal de que a economia começa a se recuperar.
O fato é que a Marvel só começou a fazer dinheiro fora dos quadrinhos quando buscou parcerias. Entre as décadas de 1980 e 1990, a empresa tentou se aventurar a fazer seus próprios games e filmes, e os resultados foram invariavelmente desastrosos. Só com parcerias com Capcom e Activision ela conseguiu games que faziam justiça aos personagens. No cinema, essa virada só aconteceu com o lançamento de "O Homen-Aranha", em parceria com grandes estúdios, que iniciou um ciclo virtuoso da Marvel no cinema, que perdura até hoje, com "Homem de Ferro" e "Hulk" faturando alto nas bilheterias.

Bienal vai ter twitter e floresta de livros com árvores falantes

Evento terá ainda palco com leituras de Marília Pêra e Tony Ramos.
Ao todo, serão mais de 120 escritores e 84 apresentações infantis.

  Foto: Divulgação

Entre as novidades, a interativa Floresta de Livros

Uma floresta de livros, com árvores falantes que têm copa de letras, palco para leitura de clássicos feita por atores como Marília Pêra, Lázaro Ramos, Matheus Nachtergaele e Malu Mader, e cobertura via twitter são algumas das novidades da XIV Bienal do Livro do Rio, que acontece entre os dias 10 e 20 de setembro, no Riocentro.

Sem reflexo da crise econômica, a Bienal apostou 30% a mais do orçamento de sua programação cultural, com R$ 1,7 milhão em investimentos. Ao todo, serão mais de cem autores brasileiros e 18 internacionais. Entre eles, 12 americanos, na edição que homenageia os Estados Unidos e espera 600 mil pessoas.
Floresta de livros
Com 800 m², a floresta de livros é o maior espaço da Bienal e teve um investimento de cerca de R$ 500 mil. A novidade comporta até 600 crianças de uma só vez.

“A presença das crianças é muito intensa na Bienal (cerca de 200 mil) e a floresta vai ser um espaço lúdico-narrativo do livro vivo, como se eles saltassem das prateleiras. São todas atrações interativas”, explica o curador João Alegria.

A interação tem uma instalação multi-sensorial com árvores falantes que narram trechos de livros. Suas copas são feitas de letras que formam diferentes palavras dependendo do ângulo de visão.

Ainda na floresta, um livro mágico tem páginas que podem ser manuseadas virtualmente, uma sala secreta de leitura, com direito a palco e microfone para os pequenos e, no final do circuito, uma clareira, com oito apresentações infantis diárias.
Tony Ramos e Marília Pêra
No palco do Livro em Cena, os atores Marília Pêra, Tony Ramos, Renata Sorrah, Mariana Ximenes, Paulo Betti, Giulia Gam, Lázaro Ramos, Matheus Nachtergaele e Malu Mader vão ler obras de Machado de Assis, Jorge Amado, Graciliano Ramos e Clarice Lispector, Lima Barreto, entre outros.

“Se faz muita leitura de poesia, mas de prosa, se faz muito pouco. É leitura em voz alta mesmo, não é uma leitura dramatizada. Não é teatro, mas livro lido em voz alta”, conta o ator e curador do espaço Paulo José.
Mulheres e Café Literário
Mulher e Ponto é o terceiro novo espaço do evento. No formato de um lounge, a mulherada vai tratar de comportamento e filosofia e de relações afetivas em 15 sessões. Uma delas com a participação da atriz Cissa Guimarães.

No tradicional Café Literário, 36 sessões para 200 pessoas reúnem autores e personalidades em torno de um mesmo tema. O polêmico jornalista americano Larry Rohter falará com o brasileiro Roberto Da Matta sobre “Ficções e realidades nas visões de Brasil e EUA”.
 

Kim e Robert Kiyosaki estão entre os convidados (Foto: Divulgação)

Convidados internacionais
Na lista de convidados internacionais estão os americanos David Wroblewski, sucesso com “A História de Edgar Sawtelle, Steven Jay Schneider, autor de “1001 Livros Para Ver Antes de Morrer”, Meg Cabot, Arthur Phillips, Eli Gottlieb, Dash Shaw, David Grann, Chris Bohjalian, Thrity Umrigar e Larry Rohter, além de Robert e Kim Kiyosaki, autores de “Pai Rico, Pai Pobre”.

Virão ainda o português Miguel Sousa Tavares, os britânicos Adrew Kenn e Bernard Cornwell, o israelense David Grossman, o irlandês Joseph O’Neill e o australiano Tim Winton.
Internet e exposição
Além do site oficial, a Bienal terá um twitter, com dicas, microcontos, promoções-relâmpago e divulgação de novidades e atrações. Andando pela feira, formadores vão abastecer os veículos com informações a partir de celulares 3G.

A festa terá ainda uma exposição em homenagem a um dos principais editores do país: “José Olympio – Um Editor e Sua Casa”. “Ele participou do melhor da produção literária no século 20 e foi um dos inovadores da indústria editorial brasileira”, define Roberto Feith, vice-presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL).

Radiohead pode testemunhar a favor do download de MP3

Processo da RIAA contra usuário poderá ter depoimento da banda inglesa.
Associação de gravadoras quer US$ 1 milhão por downloads ilegais.

Foto: Daigo Oliva / G1



 

O Radiohead em seu show em São Paulo.

Segundo o site “TorrentFreak”, o Radiohead pode testemunhar a favor de Joel Tanenbaum, um estudante de Boston, nos EUA, que está sendo processado pela RIAA (Record Industry Association of America – Associação Americana da Indústria Fonográfica) por ter baixado ilegalmente músicas na internet em 2003.

O site diz que a RIAA entrou na justiça contra Tanenbaum e ofereceu um acordo no valor de US$ 500 como compensação pelas músicas que havia supostamente baixado. Após a recusa do estudante, o caso chegou à corte.

Charles Nesson, advogado de Tanenbaum e professor na Universidade de Harvard, diz ter entrado em contato com o empresário da banda, que “pareceu concordar” em ter a banda participando do caso.

Segundo o jornal “The Harvard Crimson”, se perder o caso, o estudante pode ser obrigado a arcar com uma conta no valor de até US$ 1 milhão. “O sistema de copyright atual está ultrapassado”, disse Nesson, “As ações da RIAA são uma velharia legal no nosso mundo digital”.

Em 2007, o Radiohead lançou seu último álbum na internet, em um sistema onde o fã pagava o quanto quisesse pelo download do disco. A versão física de "In rainbows" ficou em primeiro lugar em lugares como França, EUA e Reino Unido.

Vocalista do Radiohead compõe música para o filme ‘Lua nova’

Thom Yorke terá canção na trilha da sequência de 'Crepúsculo'.
Diretor do longa confirmou informação em entrevista na Comic-Con.

Thom Yorke, do Radiohead, durante show no Grammy

Thom Yorke, vocalista da banda inglesa Radioehad, escreveu uma música para o filme “Lua nova”, sequência de “Crepúsculo”, com o ator Rob Pattinson no elenco.

O diretor do longa, Chris Weitz, confirmou a participação de Yorke na trilha sonora em uma entrevista durante a Comic-Con, em San Diego.

Segundo Weitz, ele ouviria a canção de Yorke pela primeira vez neste sábado (25).

“Só não vou usá-la no filme se a música soar como Thom Yorke arrotando”, afirmou o diretor ao “HitFix.com”.

Outro artista que provavelmente terá uma música no longa é o cantor e compositor indie Bon Iver.

A previsão de lançamento de “Lua nova” é dia 20 de novembro.

Cantor do Radiohead vai lançar duas músicas inéditas

'FeelingPulledApartbyHorses' e 'The hollow Earth' saem dia 21 de setembro.
Produção é de Nigel Godrich; guitarrista Johnny Greenwood participa.




Thom Yorke, líder do Radiohead, confirmou nesta quinta-feira (3) o lançamento de duas músicas inéditas. Ele escreveu no blog oficial da banda inglesa que uma edição limitada em vinil de 12 polegadas com os singles “FeelingPulledApartbyHorses” e “The hollow Earth” vai sair no dia 21 de setembro. As duas músicas foram produzidas por Nigel Godrich, antigo colaborador do quinteto.


O vinil inclui um download digital grátis das duas músicas, que também estarão disponíveis para venda por download em torno do dia 6 de outubro, de acordo com o comunicado.


Segundo fontes da "Billboard", Yorke cogita alguns shows-solo antes do final do ano para divulgar o lançamento, possivelmente seu primeiro com outra banda que não o Radiohead, mas os detalhes não foram confirmados. Em 2006 o músico lançou o disco-solo "The eraser".


O anúncio do material chega em um momento de atividade renovada para a banda. No dia 17 de agosto, o Radiohead lançou uma nova música, "These are my twisted words", para download grátis em seu site. No dia 5 do mesmo mês, disponibilizou a faixa digital "Harry Patch (In memory of)", que arrecadou fundos para a Legião Britânica, entidade que apoia as forças armadas e seus veteranos.


Em seu post no site, o multiinstrumentista Thom Yorke explicou que apesar de estar lançando as canções em seu nome, ele contou com a co-autoria e a participação na gravação do guitarrista Johnny Greenwood em “FeelingPulledApartbyHorses”.

Yorke descreveu a faixa como “uma reedição radical de uma velha melodia que estava rolando desde 2001”.


O Radiohead não tem contrato com nenhuma gravadora, e lançou seu último álbum, "In rainbows", em 2007 pelo seu próprio site, dando aos fãs a possibilidade de pagar o quanto quisessem pelos arquivos MP3 e mais tarde lançando o disco por pequenas gravadoras nos EUA e na Grã-Bretanha.

Há quem diga que as crianças, por causa de sua ingenuidade, são capazes das maiores crueldades. E o cinema tem carimbado essa tese com exemplos como Damien, de "A profecia". Poderíamos também imaginar o que faria o bebê de Rosemary quando desse seus primeiros passos. Agora chega mais uma criança "adorável" para aumentar a lista de representantes do mal: Esther, a protagonista do terror "A órfã", que estreia na sexta-feira (4) no Brasil.



Esther é uma garotinha sem ninguém no mundo que cai nas graças de Kate (Vera Farmiga, de "Os infiltrados"), uma ex-alcoólatra cujo terceiro filho nasceu morto e, por isso, decide adotar uma criança. Os problemas em casa não são poucos. O marido, John (Peter Sarsgaard, de "Fatal"), é meio desligado e ela se culpa pelo problema de audição de sua filha Max (Aryana Engineer), causado por um acidente.

Tentando dar um novo fôlego para a família, Kate encontra Esther num orfanato. A diretora da instituição mal consegue esconder sua surpresa e alívio pela adoção da criança (Isabelle Fuhrman). Por que será?



No início, a garota é educada, gentil e muito dedicada. Sua fala tem um leve sotaque, mas nada que atrapalhe sua compreensão. Sempre com roupas recatadas e uma Bíblia debaixo do braço, a menina sabe que é diferente e vive falando isso. Mas Kate, como mãe dedicada que é, explica para a nova filha que não há nenhum problema em não ser igual aos outros.



Mal sabe ela o que está para acontecer em sua casa. Esther fica amiga de sua nova irmã, mas é hostilizada pelo primogênito, Daniel (Jimmy Bennett). Em relação aos pais, ela tem atitudes estranhas e sempre aparece na hora em que eles estão tendo alguma intimidade.



Se isso é por acaso ou proposital, só mais tarde iremos descobrir. A verdade é que "A órfã", que começa de forma quase humorística, se torna bastante violento. Esther é capaz de muitas crueldades.



Kate passa a ser a única a desconfiar que Esther é má. Tudo terá uma explicação, em seu devido tempo, mas não peça plausibilidade. O efeito buscado aqui é mais a surpresa do que a veracidade.



Nos Estados Unidos, o filme causou polêmica, fazendo com que instituições especializadas temessem uma diminuição no número de casais que procuram orfanatos em busca de adoção. Uma frase ("Deve ser difícil amar uma criança adotiva mais do que seus verdadeiros filhos"), em especial, teve repercussão negativa e acabou sendo removida do trailer do filme.

Em muitas entrevistas, Vanusa comentou ocorrido, para que ela cantasse o Hino Nacional alterado, chegando até a errar a letra, durante encontro em São Paulo. De acordo com a cantora, ela tomou medicações por conta própria, pois tem problemas de labirintite e desconhecia os efeitos colaterais dos remédios que tomou.
Segundo Vanusa, sua participação só foi confirmada um dia antes, por isso, ela pediu que a organização do evento mandasse a letra do Hino Nacional, mas eles não enviaram.

Para resolver essa situação constrangedora , Vanusa tentou decorar a letra inteira do hino um dia antes. Mas o principal problema, segundo a cantora, não foi de memória e sim, de caráter emocional. "Como qualquer pessoa normal, eu tenho problemas emocionais, tenho problemas em casa. Eu fiquei um pouco triste também por ter brigado com o meu filho Rafael, mas foi uma discussãozinha, nada grave. Eu tenho problema de labirintite muito sério. Eu sei da responsabilidade de cantar o hino nacional e sei da responsabilidade de cantar na Assembléia", disse ela.

Como surgiram rumores de que estava sob efeito de drogas, Vanusa logo começou a se defender, dizendo que é uma artista de princípios e que chegou até a fazer uma música contra as drogas.

A nova Gripe Infuenza A H1N1 (Gripe Suína), foi a causa de 657 mortes no Brasil.
O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira dia 2 que desde 25 de abril até 29 de agosto houve no Brasil 7.569 casos graves de qualquer tipo de gripe, sendo 6.592 (87,1%) de gripe suína. Com 657 mortes, o Brasil continua campeão mundial em número absoluto de óbitos causados pelo vírus H1N1, à frente de EUA (556), Argentina (465), México (193) e Austrália (155).
Entre 15 países com o maior número de óbitos, o Brasil tem a 6ª taxa de mortalidade, calculada em relação à população: 0,34 óbito por 100 mil habitantes. Superam o Brasil nesse quesito Argentina (1,15), Chile, Costa Rica, Austrália e Paraguai. Mas a mortalidade aqui é pior do que no Peru, Equador, Malásia, Canadá, Tailândia, Estados Unidos, México, Reino Unido e Índia, este último com a menor taxa de mortalidade (0,08 óbito por 100 mil habitantes).
O país contabiliza 2.933 casos graves (38,7% do total) de nova gripe em mulheres em idade fértil (15 a 49 anos). Desse total, 620, ou 21%, estavam grávidas. Entre as gestantes, 63 morreram – pouco mais de 10%.

A boa notícia é que o número de casos graves de nova gripe caiu por três semanas seguidas: de 1.165 na semana de 9 a 15 de agosto para 639 na semana seguinte e 151 na última semana avaliada (23 a 29 de agosto).

O ministério considera que está confirmada a tendência de queda na circulação do novo vírus e na ocorrência de casos graves. Por isso, a posição oficial do governo sobre a epidemia será dada, agora, só de 15 em 15 dias. Até hoje, era semanal.

Hoje a tarde, por conta de uma palmeira que caíu na rede elétrica, Goiânia ficou às escuras por cerca de 3 horas. Isto implicou em desconforto, e caos no trânsito, pois os semáforos ficaraminoperantes. até mesmo uma solenidade que estava acontecendo no Tribunal de Justiça de Goiânia foi prejudicado. Em um dos maiores shoppings da capital, as lojas fecharam as portas e os clientes só puderam passear pelos corredores, sem pode comprar. De acordo com informações da Celg, o apagão foi provocado por uma palmeira, que atingiu a rede elétrica em um trecho entre duas importantes estações. Segundo a direção da empresa, como havia risco de curto circuito, o sistema se desligou automaticamente como medida de segurança.

Confira lista com dez prisões bizarras que aconteceram em 2009

Em abril, britânica foi presa por gritar muito durante o sexo.
Em março, prostituta foi detida ao exigir sexo com três homens.

Do G1, em São Paulo

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Alguns dos protagonistas das prisões bizarras.

Confira abaixo lista com dez prisões bizarras que aconteceram nos oito primeiros meses de 2009.



Entre os casos inusitados, um bode foi preso na Nigéria após seguranças alegarem que um bandido que estava em fuga havia se transformado no animal. Já outro invadiu um sex shop para manter relações sexuais com bonecas infláveis.


Alguns dos protagonistas das prisões bizarras. (Foto: Reprodução)
Alguns dos protagonistas das prisões bizarras. (Foto: Reprodução)


Alguns dos protagonistas das prisões bizarras. (Foto: Reprodução)
Alguns dos protagonistas das prisões bizarras. (Foto: Reprodução)




O norte-americano Jeffery Polizzi, de 24 anos, foi preso em maio depois de colocar uma câmera digital em um sapato para fotografar mulheres enquanto elas experimentavam roupas em uma loja em Neptune Beach, na Flórida (EUA). Em janeiro, a polícia nigeriana prendeu um bode após seguranças alegarem que um bandido que estava em fuga havia se transformado no animal depois de tentar roubar um carro Mazda, segundo a emissora britânica "Sky News".
Reprodução /Reprodução


Em março, o australiano Adam Troy Rosberg, de 24 anos, foi condenado a 15 meses de condicional por invadir sex shops, na cidade de Cairns, para fazer sexo com bonecas infláveis, segundo o jornal "The Cairns Post". O norte-americano George J. Bartusek Jr foi preso em fevereiro após ser flagrado fazendo sexo com bonecas infláveis em um estacionamento lotado de uma loja em Cape Coral, no estado da Flórida (EUA).



A prostituta Nicole Mary Scarpone, de 26 anos, foi presa em março em Gastonia, na Carolina do Norte (EUA), após invadir um apartamento e exigir que três homens pagassem US$ 10 para ter relações sexuais com ela. Em abril, a britânica Caroline Cartwright, 47, desobedeceu uma ordem de comportamento antisocial da Justiça (Asbo, na sigla em inglês) e foi presa por gritar muito durante o sexo, segundo o jornal inglês “The Sun”.



Os americanos Danica Wallace, de 24 anos, e Jeremy Welch, de 29, foram presos em maio em London, no estado de Ohio (EUA), após serem flagrados fazendo sexo enquanto duas crianças estavam no banco de trás do carro. No mês de julho, o norte-americano Jordan Puckett foi preso em Cincinnati, no estado de Ohio (EUA), acusado de ter desenhado um pênis gigante na tela de uma TV de plasma, segundo a emissora "WCPO".



A norte-americana Constance Trahan, de 28 anos, foi presa em julho pela polícia de Lawrenceville, no estado da Geórgia (EUA), acusada de operar ilegalmente um clube de striptease na garagem e porão de sua casa. O norte-americano Danny Brawner, de 46 anos, foi preso em agosto em Albuquerque, no estado do Novo México (EUA), após ser flagrado em cima de seu carro fazendo movimentos de cunho sexual, segundo reportagem da TV "KRQE".

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