Se você pudesse pedir qualquer coisa antes do seu show, o que pediria? Confira abaixo algumas das melhores ou mais loucas exigências feitas por artistas do rock e metal.
1) Gorgoroth - 50 cabeças de ovelhas, 200 metros de barbante, 1 carpinteiro, papel higiênico rosa extra macio.
2) IGGY POP - uma faca afiada, chá de pólvora chinês, um jornal de língua inglesa, um monitor que fale inglês e não tenha medo da morte, um imitador do Bob Hope, 7 anões, 6 garrafas de cerveja boa da região, 2 garrafas de Bordeaux (vinho).
3) Marilyn Manson - ar-condicionado sempre no máximo, balinhas de goma da Haribo, Doritos, absinto, uma prostituta careca e sem dentes.
4) GUNS N' ROSES - cigarros Dunhill, Marlboro, Camel, revistas adultas (Playboy, Penthouse).
5) Sammy Hagar - vodka Absolut, Jack Daniels, Bacardi Anjeo, tequila Premium, 6 limões, 4 copinhos, aipo (cortado e não descascado).
6) MOTLEY CRUE - maionese Kraft, mostarda Grey Poupon Dijon, manteiga de amendoim Skippy Creamy, uma jiboia de 12 metros de comprimento, uma sub-metralhadora, horários marcados nos AA da região.
7) Korn - advogado, médico, dentista.
8) POISON - Um intérprete para os fãs surdos.
9) THE BLOODHOUND GANG - um macaco.
10) THE DARKNESS - absinto, suco de frutas.
11) FOO FIGHTERS - queijo fedorento.
12) Kiss - um suprimento de bonecas infláveis do Kiss.
13) HIM - bíblias.
14) ROLLINS BAND - 2 caixas grandes de cereal, 2 litros de leite e 2 litros de leite de soja, café escuro torrado italiano, 12 barrinhas de proteína.
15) Van Halen - uma bacia de M&Ms sem nenhum de cor marrom.
16) TAKING BACK SUNDAY - um poster do Michael Jackson da era pré-Dangerous.
17) Bon Jovi - 2 esfregões, 2 baldes, 2 vassouras, 2 rodos grandes.
18) Led Zeppelin - Ferro de passar, tábua de passar.
19) LIMP BISKIT - lâmpadas fluorescentes.
20) DEF LEPPARD - suco de frutas, biscoitos de trigo, ameixas muito muito pequenas.
21) NICKELBACK - passar a tarde jogando golfe.
22) Motorhead - ovos de chocolate Kinder Egg.
Fonte desta matéria (em inglês): Metal Hammer
01 Nunca admita que você é emo, por que os emos que admitem ser emos são considerados posers de emo, que é pior que ser emo (se é que existe coisa pior).
02 Sempre reclame do sistema e nunca faça nada pra ele melhorar, apenas reclame.
03 Mesmo estando feliz, se mostre triste para todo mundo ficar com pena de você.
04 Não olhe ninguém nos olhos, dê uma de cachorro com fome.
05 Chore por uma mosca ter pousado no seu ombro
06 Pinte o cabelo de cores estranhas.
07 Pague pau, um emo sem pagar pau não é emo.
08 Se perguntarem se você é emo, diga que é HC, essa é a desculpa de todos emos.
09 Corra atrás dos mais populares, na esperança de você virar um deles.
10 Tire fotos com poses descontraídas, fotos sem sentido, e em preto e branco.As coloridas são tiradas pelos posers de emo.
11 Beijar pessoas do mesmo sexo é fundamental e sadio.
12 Faça tudo para aparecer ou para os outros notarem sua presença. (isso inclui auto humilhação e choro)
13 Se você for do sexo feminino, ponha algo do tipo no seu profile do Orkut: Não sou produto, não to a venda, não me rotule, não me use, não me empreste, etc...
14 Se faça de coitado(a) e diga todos seus defeitos e problemas no seu profile.
15 Tire fotos com a boca torta e cara de pensativo.
16 Nas festas vá a caráter emo e dance reggae e funk. (não ligue pro que os outros vão dizer)
17 Use maquiagem exagerada seja homem ou mulher.
18 Se você for menina, chame a sua melhor amiga de marida.
19 Use Franjas gigantes, cortes de cabelo emo e se ache com eles.
20 Faça um escândalo por qualquer coisa.
21 Se revolte com tudo que você não gosta e chore
22 No MSN dê risadas estranhas e loucas e use gírias próprias,
23 Você sempre é a vítima.
24 Chegamos ao numero do emo
Essa eh pra vc corujinha =D
A
ACELERAÇÃO: Do lat. acceleratione
Fís. Variação da velocidade de um móvel na unidade de tempo; derivada, em relação ao tempo, da velocidade de um móvel; derivada segunda, em relação ao tempo, do espaço percorrido por um móvel.
Aceleração angular.
Variação da velocidade angular na unidade de tempo; derivada, em relação ao tempo, da velocidade angular de um móvel.
Aceleração centrífuga
Aceleração de um móvel sujeito a uma força inercial centrífuga.
Aceleração centrípeta
Componente do vetor aceleração cujo suporte é o raio vetor, e que está dirigido para o centro de curvatura da trajetória.
Aceleração da gravidade
Aceleração de um corpo sujeito à atração gravitacional da Terra; aceleração de um corpo em queda livre na Terra [símb. usual: g].
Aceleração de Coriolis
Aceleração de um móvel que se move retilineamente em relação a um sistema de referência, medida em um segundo sistema de referência que tem uma aceleração angular em relação ao primeiro; aceleração causada em um móvel por uma força de Coriolis.
Aceleração instantânea
O limite da aceleração média quando o intervalo de tempo tende para zero; a derivada, em relação ao tempo, do vector velocidade. [Tb. se diz apenas aceleração.]
Aceleração média
Cociente da variação de velocidade de um móvel num intervalo finito de tempo por esse intervalo.
Aceleração negativa
A exercida sobre o corpo humano em que a força de inércia resultante atua no sentido dos pés para a cabeça.
Aceleração normal da gravidade
Aceleração de um móvel igual a 9,80665m/s-2.
Aceleração positiva
A exercida sobre o corpo humano em que a força de inércia resultante atua no sentido da cabeça para os pés.
Aceleração radial
Componente da aceleração de um móvel, cujo suporte é o raio vector do movimento.
Aceleração tangencial
Componente da aceleração de um móvel, cujo suporte é a tangente à trajetória.
Aceleração transversa
A exercida sobre o corpo humano em que a força de inércia resultante atua perpendicularmente ao eixo maior do corpo humano.
PARADOXO DE OLBERS:
O Paradoxo de Olbers: O enigma da escuridão da noite
Uma das constatações mais simples que podemos fazer é que o céu é escuro, à noite. É estranho que esse fato, sobre o qual ninguém em sã consciência colocará qualquer dúvida, e que à primeira vista parece tão compreensível para qualquer pessoa, tenha dado tanto o que pensar durante tanto tempo.
Imagem obtida pelo Telescópio Espacial Hubble mantendo a câmara aberta por 10 dias em uma região aparentemente sem estrelas do céu.
Aparentemente a primeira pessoa que reconheceu as implicações cosmológicas da escuridão noturna foi Johannes Kepler (1571-1630), em 1610. Kepler rejeitava veementemente a idéia de um universo infinito recoberto de estrelas, que nessa época estava ganhando vários adeptos principalmente depois da comprovação por Galileu Galilei de que a Via Láctea era composta de uma miríade de estrelas, e usou o fato de que o céu é escuro à noite como argumento para provar que o universo era finito, como que encerrado por uma parede cósmica escura.
A questão foi retomada por Edmund Halley (1656-1742) no século XVIII e pelo médico e astrônomo Heinrich Wilhelm Mattäus Olbers (1758-1840) em 1826, quando passou a ser conhecida como paradoxo de Olbers. Olbers também descobriu os dois asteróides (planetas menores) Palas (1802) e Vesta (1807).
O problema é o seguinte: suponha que as estrelas estejam distribuídas de maneira uniforme em um espaço infinito. Para um observador em qualquer lugar, o volume de uma esfera com centro nele aumentará com o quadrado do raio dessa esfera (dV = 4R2 dr). Portanto, à medida que ele olha mais longe, vê um número de estrelas que cresce com o quadrado da distância. Como resultado, sua linha de visada sempre interceptará uma estrela seja lá qual for a direção que ele olhe.
Uma analogia simples de fazer é com uma floresta de árvores. Se estou no meio da floresta, a meu redor vejo as árvores bem espaçadas entre si, mas quanto mais longe olho, mais diminui o espaçamento entre as árvores de forma que no limite da minha linha de visada as árvores estão todas juntas e nada posso ver além delas.
Como o brilho das estrelas cai com o quadrado da distância (demonstrado por Johannes Kepler em seu Optica em 1604), enquanto o número de estrelas aumenta com o quadrado da distância, o céu em média deveria ser tão brilhante quanto a superfície de uma estrela média, pois estaria completamente coberto delas.
Mas obviamente não é isso que vemos e, portanto, o raciocínio está errado. Por que?
Algumas propostas de solução:
1. A poeira interestelar absorve a luz das estrelas.
Foi a solução proposta por Olbers, mas tem um problema. Com o passar do tempo, à medida que fosse absorvendo radiação, a poeira entraria em equilíbrio térmico com as estrelas, e passaria a brilhar tanto quanto elas. Não ajuda na solução.
2. A expansão do universo degrada a energia, de forma que a luz de objetos muito distantes chega muito desviada para o vermelho e portanto muito fraca.
O desvio para o vermelho ajuda na solução, pois o desvio é proporcional ao raio do Universo, mas os cálculos
mostram que a degradação da energia pela expansão do universo não é suficiente para resolver o paradoxo.
3. O universo não existiu por todo o sempre.
Essa é a solução atualmente aceita para o paradoxo. Como o universo tem uma idade finita, e a luz tem uma velocidade finita, a luz das estrelas mais distantes ainda não teve tempo de chegar até nós. Portanto, o universo que enxergamos é limitado no espaço, por ser finito no tempo. A escuridão da noite é uma prova de que o universo teve um início.
Usando-se a separação média entre as estrelas de 1 parsec, e o raio médio como o raio do Sol, de 700 000 km, obtém-se que o céu seria tão luminoso quanto a superfície do Sol se o Universo tivesse um raio de 2 ×1015 parsecs, equivalente a 6,6 ×1015 anos-luz. Como o Universo só tem 13,7 bilhões de anos, a idade finita do Universo é a principal explicação ao Paradoxo de Olbers.
Você perdoaria aquele amigo mentiroso se alguém lhe revelasse que cientificamente nem todo mundo é naturalmente honesto? Ou ainda que algumas pessoas se esforçam mais do que as outras para dizer a verdade? Pois se prepare: um estudo feito por Joshua Greene e Joseph Paxton, da Universidade de Harvard, acaba de comprovar exatamente isso.
Questionando se a honestidade era uma decisão consciente ou natural, Greene e Paxton, investigaram as questões morais por trás do tema. Segundo artigo publicado na Seed Magazine, o estudo Patterns of neural activity associated with honest and dishonest moral decisions (em português, Padrões de atividade cerebral associados a decisões morais de honestidade e desonestidade) divulgado recentemente na Proceedings of the National Academy of Sciences monitorou a atividade cerebral de alguns voluntários quando eles tomam a decisão de mentir.
Uma moeda foi quem ajudou a explicar tudo: isso porque a pesquisa foi realizado a partir da previsão dos voluntários de como uma moeda cairia ao ser jogada para o ar. A dupla procurou motivá-los oferecendo pagamento para previsões corretas. Buscando comparar a atitude de cada indivíduo, os pesquisadores realizaram testes em que eles pediram aos voluntários para revelar as suas previsões antes do sorteio. Os cientistas usaram a estatística e avaliaram os resultados: os desonestos foram identificados como aqueles que adivinharam o resultado do sortero mais vezes que a chance prevista.
O que Greene e Paxton descobriram é que a honestidade é um processo automático, mas apenas para algumas pessoas. Ao avaliar os resultados dos testes, os cientistas constataram que existem indivíduos honestos e mentirosos: para indivíduos honestos, decidir ser honesto não demanda uma atividade cerebral extra. Mas para outros, do grupo desonesto, tanto a decisão de mentir quanto a de decidir falar a verdade demanda uma atividade extra nas áreas do cérebro associadas com o pensamento crítico e auto-controle.
O resultado mostra que a honestidade é automática para apenas algumas pessoas e ainda revela que muitas das nossas ações diárias não estão sob nosso controle consciente.
Pesquisadores da Universidade de Carnegie Mellon criaram um site que calcula - de acordo com as suas respostas - o dia em que você parte dessa para melhor. Eles usam dados fornecidos por você e se baseiam em fatores como sexo, idade e localização geográfica para fazer a medição.
Como as informações que formam a base de pesquisa do site foram fornecidas pelos Estados Unidos e Europa, a galera aqui de baixo do Equador ainda não pode brincar de prever a morte. Mas fica a dica. vai que alguém fica com vontade de replicar a ferramenta.
É bem conhecido pela ciência que o gás cianídrico (HCN) tem cheiro de amêndoas amargas. Mas como isto foi descoberto?! Já que o gás é extremamente tóxico! Bem... nós temos a resposta. Vidas foram gentilmente cedidas por voluntários...
Voluntário 1:
- Tem cheiro de....de.. aaaarghhhhaa
Voluntário 2:
- Não sei... uuughhaarghhh
Voluntário 3:
- Amêndoas... aaaamaamaagghhraggaaaa
Voluntário 4:
- Amargaas... amaaargaaahaghhrgggraah.
